Fitoterapia

FITO = Planta
TERAPIA= tratamento

Fitoterapia é o tratamento realizado através de plantas medicinais em suas mais diversas formas, desde infusos e decoctos (chás), com plantas secas ou frescas, na forma de tinturas, planta rasurada (planta transformada em pó), extrato seco (preparação industrializada) ou ainda na forma de xaropes e pomadas.

A fitoterapia é muito antiga e seu uso é tradicional. O conhecimento do uso das plantas para tratar sintomas nasce de uma forma totalmente diferente do método científico.

O conhecimento tradicional se dá por quem observa profundamente a natureza e está em harmonia com ela. É quase instintivo/intuitivo. Os animais, por instinto, sabem exatamente de quais plantas devem se alimentar quando sentem determinados sintomas. O homem, por sua vez, adquire este conhecimento observando os animais, a natureza ou fazendo uso e, quando obtém resultados positivos com determinada planta, transfere este conhecimento para outras gerações.

A ciência estuda/pesquisa este conhecimento tradicional com intuito de comprovar a eficácia do uso das plantas, trazendo-o a luz do conhecimento científico e, na maioria das vezes, há comprovação de sua eficácia.

Para se estudar uma planta os cientistas primeiro fazem uma investigação ETNOBOTÂNICA, que é justamente buscar as culturas tradicionais e obter informações sobre o que usam para tratar o quê. A partir daí, a ciência estuda a planta, encontra os seus princípios ativos para, em seguida, analisarem como e onde atuam no organismo e só depois produzir novos medicamentos fitoterápicos.

Cada planta medicinal possui diversas substâncias químicas e todas elas juntas atuam como um todo no organismo. Por isso, uma única planta poderá ter múltiplas utilidades e poucos efeitos colaterais.

 

Fitoterapia é a Farmácia de Deus, você pode ter uma “fármacia” plantada em seu próprio quintal, e colher para fazer um chá quando precisar.

Homeopatia

homeoO que a Homeopatia trata?

Muita gente não sabe o potencial da homeopatia e o que ela trata afinal.

Já é consagrado que a homeopatia é ótima para tratar alergias; as famosas rinites, sinusites e bronquites alérgicas. Muitos colegas médicos encaminham pacientes com estes quadros aos homeopatas.

Também é bem conhecida a boa atuação da homeopatia nos quadros mentais/emocionais tais como ansiedades, crianças hiperativas, dificuldades escolares, síndrome do pânico, tristezas, desânimos, etc. Muitos pacientes procuram a homeopatia para tratar estes sintomas fugindo de entrar nos medicamentos “faixa preta”.

Mas a homeopatia não trata apenas estes casos. Em verdade, não há limites para o que a homeopatia pode tratar. Ela pode ser, inclusive, um bom tratamento complementar para doenças graves, minimizando os efeitos colaterais dos medicamentos alopáticos, melhorando o prognóstico, dando uma sobrevida maior e de melhor qualidade.

Como a homeopatia trata o DOENTE, nenhuma doença pode ser empecilho para quem procura a homeopatia como opção. É claro que é necessário ter consciência e humildade para solicitar ajuda de especialistas quando necessário.

Certa vez, uma paciente me procurou para tratar hanseníase após ter procurado outros homeopatas que se recusaram a tratá-la. Eu decidi pegar o caso, porém com a condição de ela continuar o acompanhamento médico com os especialistas.

A resposta foi surpreendente: em 3 meses ela já tinha melhorado muito a neurite que tinha em 8 nervos e já estava praticamente sem dor nenhuma (e sem o uso de corticoide). Os médicos disseram que nunca tinham visto uma evolução tão boa e tão rápida.

Outra vez, uma gastroenterologista me telefonou surpresa com a boa evolução de seu paciente que tinha uma grave doença do fígado e estava evoluindo muito bem. Após o tratamento coadjuvante com a homeopatia as internações antes tão frequentes diminuíram, os quadros hemorrágicos reduziram muito e até mesmo as varizes de esôfago (visualizadas à endoscopia digestiva) estavam bem menores.

Portanto, quero deixar claro aqui que a homeopatia tem vasta possibilidade de tratamento, desde sintomas subjetivos onde nada é detectado fisicamente até doenças graves. E tanto como tratamento principal como de apoio a outro tratamento.